sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Mais Trabalho para a Topper

Com vista para novos horizontes, a São Paulo Alpargatas espera iniciar uma nova era com a Topper, reposicionando seu conceito para deixar de ser lembrada apenas como uma marca de futsal ou de futebol. Dessa forma a empresa decidiu aumentar o mix de produtos com a marca para outros esportes, principalmente o tênis e o running. A meta do grupo é expandir sua participação de mercado, em princípio na America Latina para os próximos dois anos.

Uma série de mudanças prometem colocar a Topper entre as marcas mais fortes no âmbito esportivo. Além de uma nova logomarca, a empresa ainda investe em novos patrocínios, como por exemplo, o goleiro Marcos no futebol, mais quatro tenistas e estará também no vôlei de praia com o Verão Espetacular, entre outros.

Isso tudo só seria melhor se não fossem as críticas recebidas sobre a nova bola do Campeonato Paulista. Mesmo com a Federação Paulista de Futebol informando no site oficial que a bola do Paulistão não tem muitas diferenças com relação a que foi usada na temporada passada, diversos atletas criticaram a bola publicamente via imprensa.


Em fim, isso tudo vai na contra-mão das expectativas da Topepr, O que certamente prejudica a marca em suas projeções de marketing e reposicionamento.

Ou seja, agora deve começar uma nova fase para os marketeiros da Topper. Talvez seja a hora de entrar em campo o goleiro Marcos e o atacante Borges para que defendam sua patrocinadora e dar um novo começo à marca que já é forte no futebol.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

LG e São Paulo Futebol Clube, uma parceria de sucesso desde 2001

O São Paulo anunciou na noite desta quinta-feira a renovação do acordo com a LG. Por R$ 18 milhões, 10% a mais do que já vinha pagando ao clube, a empresa estendeu contrato de patrocínio com o time do Morumbi por mais uma temporada. A empresa seguirá estampando o peitoral da camisa tricolor e tendo direito sobre as mangas.

O valor do acordo, entretanto, ficou muito abaixo do que o São Paulo gostaria. Quando iniciou as negociações para renovar com a LG, na metade de 2008, o a diretoria chegou a pedir R$ 30 milhões.
"Fizemos um estudo de mercado que nos mostrou que a LG conquistava um retorno médio de R$ 300 milhões em mídia espontânea com o São Paulo. Calculamos então que um preço cabível pelo patrocínio algo em torno de 10% deste valor, mas a empresa achou o valor muito alto", disse o vice-presidente de marketing Júlio Casares em entrevista ao UOL Esporte.
Após a negativa da LG, o São Paulo foi ao mercado em busca de patrocinadores e chegou a encontrar interessados, como a Philips. No entanto, com o agravamento da crise financeira mundial, os interessados em investir no clube começaram a diminuir. Por fim, acabou restando ao time do Morumbi renovar o acordo com o atual parceiro.
Apesar de o valor ter ficado abaixo do esperado, a diretoria comemorou o acordo. Principalmente por conta das alterações nas cláusulas de preferência de renovação do contrato. Agora, a LG terá apenas até o dia 15 de janeiro de 2010 para cobrir propostas de outras empresas que queiram ter sua marca ligada ao time do Morumbi. A preferência pela renovação, por sua vez, irá até março do ano que vem.
"Fizemos esse acordo também para prestigiar a LG, uma empresa que está conosco há muitos anos e que dividiu momentos importantes com o clube, como os títulos brasileiros, da Libertadores e Mundial. Além disso, conseguimos, com esse acordo, manter a sobriedade financeira do clube", finalizou Casares. A LG patrocina o São Paulo desde 2001.

Por: Bruno Império
http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas/2009/01/15/ult59u184130.jhtm

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Alpargatas Expande Topper no Exterior

Na contramão da crise internacional, a São Paulo Alpargatas que em 2007 comprou 60,18% da Alpargatas Argentina inicia uma nova fase em seu processo de internacionalização. Agora a empresa unirá forças para a marca Topper que será reposicionada para deixar de ser lembrada apenas como uma marca de futsal ou de futebol. A empresa decidiu aumentar o mix de produtos com a marca para outros esportes, principalmente o tênis e o running. A meta do grupo é expandir sua participação de mercado, em princípio, na América Latina para os próximos dois anos.

Na estratégia de novo posicionamento, a Alpargata prevê iniciar em março uma nova campanha publicitária. Além disso, utilizará garotos-propaganda das modalidades em que acaba de aportar. Além do patrocínio tradicional à seleção brasileira de futsal, a Alpargatas firmou contratos com jogadores de futebol, como Jorge Wagner do São Paulo e Marcos do Palmeiras, e no tênis, com o número 1 do ranking brasileiro, Thomaz Bellucci.

"Além da campanha, contratamos uma empresa de branding para unificar a identidade visual da marca, que tinha dois logotipos diferentes, um no Brasil e outro na Argentina", disse Fernando Beer, diretor de artigos esportivos da Alpargatas, que não revelou os valores investidos. Segundo apurou a reportagem do DCI (13/01/09), esse número deve ser próximo ao que investe para as Havaianas.

Fernando Beer ainda ressalta que a crise não é necessariamente um entrave na expansão. Apesar de acusar uma desaceleração no mercado a Alpargatas está bem posicionada para enfrentar o período de turbulência. Tanto que em breve deverá receber duas novas máquinas para incorporar uma nova tecnologia que ainda não fazia parte das fábricas no Brasil. Além da Topper, a marca Rainha também passará por uma repaginação, mais modesta, e ganhará um ar mais casual.

www.dci.com.br
13/01/09

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Timão precisa comercializar mais de 500 mil peças em 2009 para não ter prejuízo

Anelso Paixão - O Estado de S. Paulo
O torcedor corintiano vestiu a camisa e foi fundamental para a volta do time à Série A do Campeonato Brasileiro em 2008. Torceu como nunca e carregou o time no peito com orgulho. Porém, engana-se quem pensa que o clube ganhou mais com a venda de camisas. Embora o presidente Andrés Sanchez tenha falado em 3 milhões de unidades em recente entrevista à televisão, o departamento de marketing do clube informa que o número de camisas oficiais vendidas foi de 500 mil, inferior ao mínimo exigido pela empresa de material esportivo Nike - com a qual o clube tem contrato - para adquirir o direito a receber mais de royalties (compensação ou parte do lucro paga ao detentor de um direito qualquer). "Chegamos perto de superar essa meta, mas não atingimos", diz o gerente de marketing, Caio Campos.
Para 2009, o clube espera dobrar o número de unidades com o efeito da chegada do Fenômeno Ronaldo. A ideia é vender mais de um milhão de peças. Neste caso, então, o Corinthians passaria a ter direito a um retorno maior em royalties. Para o torcedor entender melhor como funciona o contrato entre o clube e a empresa de material esportivo, é preciso saber que a Nike assinou contrato de R$ 5 milhões anuais para 2009. Com isso, tem a garantia mínima de um número de camisas vendidas para valer o investimento. A partir deste número mínimo, então, o clube começa a faturar com royalties. Essa quantia mínima é mantida em segredo por força de contrato. No entanto, levando-se em consideração 2008, pressupõe-se que terá de vender mais de 500 mil camisas.
No orçamento para 2009, o clube espera a entrada de R$ 27 milhões com patrocínios - R$ 5 milhões da Nike, R$ 20 milhões com a empresa que estampar o peito da camisa e R$ 2 milhões com calção e mangas (neste caso, o atacante Ronaldo fica com 80% do valor e o clube com 20%). Com royalties de licenciamento da marca, a previsão é de R$ 3.996.000,00. Para superar isso, vai precisar mais uma vez contar com a participação do torcedor e com o peso do Fenômeno Ronaldo para impulsionar ainda mais as vendas.
Como receita de marketing estratégico, o clube projeta R$ 8.700.000,00. Isso envolve camisetas promocionais, como as deste ano ("Eu nunca vou te abandonar" e "Eu voltei"), que geraram importante retorno financeiro. Embora 2009 tenha apenas começado, o clube já lançou sua primeira, com slogan "Dois mil e 9 fenomenal", usando a imagem do reforço.
Neste marketing estratégico, o clube deve comercializar ainda vários produtos com a marca Corinthians e com o nome do Fenômeno.
Com licenciamento e franquias, a previsão é de um lucro de um pouco mais de R$ 5 milhões. Juntando-se ainda a bilheteria dos jogos, a receita final para 2009 prevê entrada de R$ 32.207.040,00. A receita líquida total, ainda com lanchonete, venda de títulos, taxa de manutenção entre outras é de R$ 109.072.856,00, mas as despesas devem chegar a R$ 108.631,458,00, com superávit de R$ 440.398, segundo dados publicados no site do clube.
Abraço a todos,
Eduardo Oliveira

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Unimed Brasil no Marketing Best

UNIMED BRASIL, HÁ MUITOS EXEMPLOS DE SUPERAÇÃO NO BRASIL - 188 DELES FORAM PARA PEQUIM: A Unimed, atual parceiro do Comitê Paraolímpico Brasileiro se propôs no compromisso de transformar deficientes em atletas, ajudando-os a superar seus problemas e a alcançar altas performances. Ainda como plano de ação, a Unimed Brasil patrocinou as transmissões das Paraolimpíadas de Pequim para que o evento fosse transmitido integralmente através do canal Sport TV no Brasil. Dentre essas ações, também foram feitas ativação de mídia indoor em restaurantes, bares e academias para estimular o público assistir as Paraolimpíadas; criação de um hotsite, blog, comunidades no orkut e ações de comunicação on line com informações sobre os jogos.

Os resultados superaram limites. Seis milhões de pessoas foram impactadas através do patrocínio nos jogos na Sportv. Dentre os resultados alcançados destacam-se: a Unimed consolidou o Movimento Paraolímpico no Brasil; aumentou a visibilidade e a empatia do Movimento junto à mídia e à sociedade em geral. Sem contar as conquistas junto a comunidade portadora de deficiência física. Foram padronizados os métodos e instrumentos de avaliação da performance dos atletas; fomentou a realização de competições nacionais e detecção de novos talentos; estimulou a participação de atletas e equipes paraolímpicas brasileiras em competições internacionais; estimulou a qualificação profissional dos atletas visando o planejamento pós carreira esportiva, entre outras.