No dia 10 de outubro, informei aqui neste Blog sobre a crise financeira mundial e sua interferência no orçamento de marketing das empresas para o ano de 2009.
E parece que a situação apertou bastante na Honda, pois a mesma anunciou oficialmente a sua saída da F-1. A crise financeira mundial é a principal justificativa. E Segundo Takeo Fukui, presidente da companhia, a escuderia está à venda, e acrescenta que a incerteza a curto prazo que cerca o panorama econômico global segue crescendo e especula levar um certo tempo para que a Honda se recupere.
Realmente esse ano não foi um dos melhores para a escuderia. Apesar de estar desde 1964 na F-1, nesta temporada seu desempenho nas pistas deixou a desejar, seu melhor resultado foi um terceiro lugar com Rubens Barrichello, no GP da Inglaterra. O brasileiro terminou a temporada com 11 pontos, enquanto Button fez apenas três. E para piorar a situação, em muitas entrevistas os pilotos apareciam com criticas em relação aos carros da escuderia, ou seja, se o maior testemunhal da marca crítica seu produto, qual será o desempenho de venda nas montadoras?
Diante desse cenário, algumas partes saem prejudicadas, além da própria Honda. Entre elas estão a F-1, o mercado profissional de marketing esportivo e os pilotos Rubinho, experiente na categoria, Bruno Senna e Lucas di Grassi, que vêem o fim do sonho de ingressar na categoria no próximo ano. Os dois estavam participando de testes da escuderia japonesa para a temporada 2009.
E não pára por aí, alguns acionistas da Honda ainda pensam em colocar em risco o futuro de sua equipe de motociclismo de competição.
Deste modo vemos que o mercado do business dos esportes precisará de fôlego para agüentar essa onda, porém alguns economistas nos dão segurança, e reforçam a tese de retomada e até o fim do primeiro semestre de 2009, onde as coisas tendem a se normalizar. O maior problema em torno disso, são as empresas que fatalmente foram atingidas, principalmente o setor automotivo e a construção civil.
E parece que a situação apertou bastante na Honda, pois a mesma anunciou oficialmente a sua saída da F-1. A crise financeira mundial é a principal justificativa. E Segundo Takeo Fukui, presidente da companhia, a escuderia está à venda, e acrescenta que a incerteza a curto prazo que cerca o panorama econômico global segue crescendo e especula levar um certo tempo para que a Honda se recupere.
Realmente esse ano não foi um dos melhores para a escuderia. Apesar de estar desde 1964 na F-1, nesta temporada seu desempenho nas pistas deixou a desejar, seu melhor resultado foi um terceiro lugar com Rubens Barrichello, no GP da Inglaterra. O brasileiro terminou a temporada com 11 pontos, enquanto Button fez apenas três. E para piorar a situação, em muitas entrevistas os pilotos apareciam com criticas em relação aos carros da escuderia, ou seja, se o maior testemunhal da marca crítica seu produto, qual será o desempenho de venda nas montadoras?
Diante desse cenário, algumas partes saem prejudicadas, além da própria Honda. Entre elas estão a F-1, o mercado profissional de marketing esportivo e os pilotos Rubinho, experiente na categoria, Bruno Senna e Lucas di Grassi, que vêem o fim do sonho de ingressar na categoria no próximo ano. Os dois estavam participando de testes da escuderia japonesa para a temporada 2009.
E não pára por aí, alguns acionistas da Honda ainda pensam em colocar em risco o futuro de sua equipe de motociclismo de competição.
Deste modo vemos que o mercado do business dos esportes precisará de fôlego para agüentar essa onda, porém alguns economistas nos dão segurança, e reforçam a tese de retomada e até o fim do primeiro semestre de 2009, onde as coisas tendem a se normalizar. O maior problema em torno disso, são as empresas que fatalmente foram atingidas, principalmente o setor automotivo e a construção civil.
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